sábado, 5 de fevereiro de 2011

Caio Fernando Abreu.

"Tô bem assim, bem indiferente. O coração, um cáctus. Não me importo mais."


"Não choro mais. Na verdade, nem sequer entendo porque digo mais, se não estou certo se alguma vez chorei. Acho que sim, um dia. Quando havia dor. Agora só resta uma coisa seca. Dentro, fora."


" Porque no fundo eu sei que a realidade que eu sonhava afundou num copo de cachaça e virou utopia. "


"Eu estou vivendo uma coisa muito boa. Aquela coisa que a gente suspeita que nunca vai acontecer. Aconteceu!"

"Concluí que talvez justamente esse seja o grande desafio da minha vida. E vamos lá. Adoro desafios."



''Eu acho que não sei fechar ciclos, colocar pontos finais. Comigo são sempre vírgulas, aspas, reticências.''


''Primeiro a chuva, depois o arco-íris. Se acostume, a ordem é essa.''


''...Mesmo que a gente se perca, não importa. Que tenha se transformado em passado antes de virar futuro. Mas que seja bom o que vier, para você, para mim.''


.” Não podia ceder: tinha que ir em frente na minha escolha. (...) As coisas acontecem do jeito que acontecem e estão certas assim. Não me arrependo de nada. Mas vezenquando passa pela cabeça um “ah, podia ter sido diferente...”


''Porque chega uma hora em que você tem que escolher a vida. Eu talvez não saiba bem ainda o que isso significa, mas é claro para mim que a hora desta escolha é agora, está acontecendo. ''

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